Não era já o jornal que, em diversas ocasiões da sua não muito longa história, foi, mas, muito frequentemente, ainda havia alguma ou várias boas razões para o comprar à terça-feira. Começou por ser um diário e terminou como semanário. Em breve, se se concretizar o que é anunciado, “terá uma nova vida em formato revista”, distribuída com o Nascer do Sol. O derradeiro número do i, o 3996, recorda um percurso de 16 anos, apresentando as primeiras páginas mais significativas e escutando as memórias dos antigos directores.
Na reflexão “Que o fim do i sirva de mapa para outra coisa”, Diogo Vaz Pinto considera que “o jornal i não fez tanto quanto podia ter feito, mas foi o único jornal que nos últimos anos se aproximou dessa condição experimental, com o seu tom desassombrado, nuns momentos mais irónico, noutros frívolo, mas esforçado, feito sem o peso de se achar o centro deste mundo ou de outro, sem o pedantismo que é típico dos nossos jornais tidos por órgãos de referência”.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *